Enxame Coletivo sedia transmissão de Observatório Fora do Eixo “Organize seu Compacto.TEC”

Edição especial vem junto com campanha do festival Grito Rock e vai explicar uma das ferramentas mais usadas da rede



Nesta segunda, dia 31, o Enxame Coletivo irá sediar e transmitir de Bauru a edição especial do Observatório Fora do Eixo “Organize seu Compacto.TEC”, que irá apresentar a cartilha que explica o  funcionamento do TEC. A transmissão será feita pelo canal do Enxame Coletivo e também pela Web Rádio Fora do Eixo, à partir das 19h e todos podem participar. Também podem fazer perguntas através do chat do canal e do twitter @enxamecoletivo.

Essa edição também vem para ajudar a campanha “Monte seu TEC” para que os produtores do Grito Rock 2011 também utilizem a ferramenta, que servirá como base de dados para análise da edição 2011, que ficam publicados no gritorocktec.

+Compacto.TEC
O Compacto.TEC é uma ferramenta de gestão criada e difundida pelo Fora do Eixo, que através de um coquetel de planilhas, visa otimizar e regular a produção de eventos e das atividades de um coletivo. Para facilitar seu uso foi criada uma cartilha pelo núcleo de Mapeamento do Fora do Eixo Card que explica passo a passo seu funcionamento, mostrando como usá-la.

+Observatório Fora do Eixo
O Observatório FDE é uma frente gestora do Circuito e seu principal intuito é aprimorar os princípios norteadores do Circuito através de suas frentes gestoras, possibilitando o desenvolvimento cada vez maior dos trabalhos concebidos em rede. Já foram realizados Observatórios sobre Comunicação, Economia Solidária e Formalização dos Coletivos, entre outros temas norteadores do CFE.

Serviço
Observatório Fora do Eixo “Organize seu Compacto.TEC”
Segunda, dia 31 de janeiro, às 19h00 pelo canal do Enxame Coletivo e Web Rádio Fora do Eixo
Dúvidas podem ser esclarecidas escrevendo para card@foradoeixo.org.br

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Transmita seu Grito!

A transmissão do Grito Rock ao vivo via TV Fora do Eixo foi um projeto lançado em 2010 pelo Clube de Cinema Fora do Eixo. O projeto tem como meta estimular a formação de estações de transmissão nas cidades-sedes do festival e também a documentação histórica da ação.


Em 2010, mais de 30 edições do Grito Rock foram transmitidas ao vivo pela TV, ampliando de forma significativa a visibilidade do festival. A campanha ajudou os coletivos e produtores das cidades aderidas a se apropriar das ferramentas necessárias, que foram úteis em outras ações dos coletivos durante o ano inteiro. Além disso, a transmissão pela TV abriu a oportunidade para que pessoas de diversas localidades pudessem acompanhar os shows da sua banda predileta. Este ano a meta é ampliar o número de transmissões, estimulando os agentes culturais locais a montarem suas estações de transmissões ao vivo.

Outro ponto favorável que se destaca na campanha é o potencial de divulgação do festival, que é ampliado pela via da internet. “A grande plataforma de comunicação da maioria dos coletivos e produtores é a internet”, disse Tassio Lopes, do Clube de Cinema Fora do Eixo. “Na internet, o fluxo de informação é constante e a transmissão ao vivo é o meio mais rápido de circulação da informação, além é claro de mostrar o calor do momento, a imprevisibilidade do inusitado do ao vivo”.
Quem nunca realizou uma transmissão ao vivo pela TV, poderá receber um suporte qualificado. A campanha oferece aos agentes interessados as ferramentas para organização das transmissões e propiciando a formação de novos quadros na frente da comunicação.

Neste ano a campanha apresenta primeiramente o tutorial para transmissão via Livestream - que você pode ver clicando aqui. O Livrestream apresenta alguns pontos positivos, como ter mais controle da qualidade de imagem e do áudio, mas apresenta um limite de usuários de podem assistir numa conta gratuita. Em pouco tempo, outras alternativas, como a Twitcam também serão apresentadas pelo Clube de Cinema.

Os agentes interessados em transmitir o seu Grito Rock para outras regiões do planeta, podem se inscrever até dia o 8 de março, clicando aqui. Informações diversas do Clube de Cinema do FdE podem ser obtidas via twitter: @clubedecine.


outra campanha_
Grito.Doc 2011!

O Clube de Cinema também está a frente de outra campanha no Grito Rock América do Sul 2011 - o Grito.Doc. Já é a segunda edição do documentário colaborativo. Alguns dados: Em 2010, foram produzidos 17 episódios com cerca de 5 minutos cada, realizados por vários coletivos que integram o Circuito Fora do Eixo. Nesse ano, a idéia é ampliar o número de episódios com temas que serão escolhidos e divididos entre os colaboradores. Todos os produtos serão disponibilizados no canal da WebTvForadoEixo no Youtube.

Se inscreva na campanha aqui.

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Encerradas as inscrições para a 2ª Seletiva Grito Rock Bauru 2011


Do dia 05/01 até 25/01, recebemos inscrições de bandas de Bauru e região interessadas em participar das Seletivas Grito Rock Bauru 2011.

No total foram mais de 20 artistas cadastrados. Além de Bauru, bandas de cidades da região como Ourinhos, Avaré, Marília e Agudos, por exemplo, efetuaram inscrição.

Agora o material será compilado e enviado aos curadores locais que, junto ao Enxame Coletivo - realizador do evento - votam em duas bandas cada um. Assim, os oito artistas mais votados se apresentam nos dias 25 e 26 de fevereiro, na 2ª Seletiva Grito Bauru 2011, no Jack Music Pub, sendo quatro escolhidos pelo público presente. Confira o regulamento completo.

+Curadoria
Os curadores convidados para a 2ª Seletiva Grito Rock Bauru são: Karla Beraldo (jornalista), Sarah Degelo (programadora cultural), José Augusto Vinagre (produtor cultural e ex-secretário da cultura de Bauru), Manu Saggioro (musicista), Camila Turtelli (jornalista), Jozé Ricardo (Departamento de Ensino a Arte - DEA / Música), Bruno Ducatti (Fenda Filmes), Jefferson Tarzia (advogado e realizador de festivais nos anos 90) e Fábio Valério (Departamento de Ensino a Arte - DEA / Teatro).

divulgação do resultado da curadoria está prevista para o dia 6/02, domingo, no próprio site do Enxame Coletivo.

+ Seletiva Grito Rock Bauru
O projeto foi criado em 2010 com o objetivo de conhecer novas bandas que trabalham com repertório exclusivamente autoral, de Bauru e região. Em 2010, 12 artistas fizeram cadastro (baixe coletânea com todas as faixas inscritas).

Assim como em 2011, as bandas interessadas inscreveram-se através do envio de material e foi feita uma curadoria formada pelo Enxame Coletivo e agentes locais ligados a cultura. Seis bandas foram eleitas, mas apenas cinco puderam se apresentar; destas, cinco disputaram as quatro vagas para o Grito Rock 2010. 


+ Festival Grito Rock 2011


Crescendo mais a cada ano, o Grito Rock chega a sua nona edição com o impressionante número mais de 130 cidades realizadoras em 2011, consolidando-se como o maior festival integrado das Américas. O festival ultrapassa a fronteira da América Latina e será realizado em 10 países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Honduras e El Salvador. A expectativa é que mais de 700 artistas se apresentem para um público de aproximadamente 200 mil pessoas.

Os eventos do Grito Rock acontecerão entre 19 de fevereiro e 28 de março, mas antes do início do espetáculo as bandas e artistas interessados, podem fazer suas inscrições via Toque no Brasil a partir de 12 de janeiro. No próximo mês também serão lançadas as campanhas que auxiliam a produção colaborativa em cada uma das edições, bem como as ações em rede incentivadas pela gestão do projeto.

O Grito Rock é uma produção do Circuito Fora do Eixo em conjunto com os coletivos e conta com parceria das Casas Associadas e apoio Toque no Brasil. Festival filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes - Abrafin.

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GritoEnCena: começa a campanha pela ressignificação do Grito Rock



Este ano o #GritoRock apresenta várias campanhas que estimulam a integração das artes ao festival. Conheça a proposta do Palco Fora do Eixo que fomenta a entrada das artes cênicas no @gritorock.

O @palcoforadoeixo, segmento cênico do Circuito Fora do Eixo (CFE), lança a campanha #GritoEnCena para estimular a integração das artes cênicas ao Festival Grito Rock 2011. Se você é um dos coletivos/produtores do Grito Rock, ou artista/grupo cênico interessado em dar mais diversidade cultural ao maior festival integrado da América, leia o regulamento e entre conosco nessa campanha.





Desenvolvemos o #GritoEnCena por acreditarmos que essa pode ser uma ação estratégica para a formação de público cultural no Brasil. A integração das artes é fundamental para um maior desenvolvimento social e formação cultural e intelectual do indivíduo, pois carrega, agrega e transforma valores. Paralelamente, o fortalecimento da cadeia produtiva de arte e cultura se movimenta, oxigena e potencializa sua estrutura construindo novos projetos, parcerias, conceitos, perspectivas, metas e ações.

Um dos pilares da campanha #GritoEnCena é a estruturação de mini-turnês de espetáculo de rua, a outra etapa da campanha trabalha em âmbito nacional, com o estímulo a produtores locais para agregarem outras linguagens à programação por meio da articulação com artistas e grupos locais.

O mapeamento de artistas e produtores interessados em participar irá facilitar o trabalho da gestão nacional do Palco Fora do Eixo para a ampliação do #GritoEnCena. Para isso, os produtores e artistas que tiverem interesse em aderir à campanha devem ler o regulamento e preencher o formulário seguinte, discriminado por região, para facilitar a sistematização e a articulação de novos pontos.

Formulários para produtores (NORTE, NORDESTE, CENTRO-OESTE, SUDESTE E SUL)
Formulários para artistas. (NORTE, NORDESTE, CENTRO-OESTE, SUDESTE E SUL)

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Fora do Eixo chega a São Paulo com noite mensal e curadoria no Studio SP


Destaques da nova música nacional e latino-americana, como a banda argentina Tremor, passam pela casa de shows em fevereiro; Gloom, de Goiânia, abre os trabalhos na próxima terça

 
Black Drawing Chalks (GO) lança novo disco em Noite Fora do Eixo

O circuito Fora do Eixo está em São Paulo e veio para ficar. Um grande sobrado localizado na Liberdade será escritório e espaço de convivência da rede, que, a partir de fevereiro, assume a curadoria do projeto Cedo & Sentado, do Studio SP, exclusivamente às terças-feiras.

A plataforma criada por Alê Youssef, que vem destacando talentos da música brasileira, agora tem o suporte de um time de produtores que desde 2005 estimula a circulação de artistas de todas as partes do país por meio de iniciativas notáveis – entre elas, turnês regionais, portal de notícias (foradoeixo.org.br), festivais como Grito Rock (que acontece simultaneamente em 130 cidades) e um selo de discos que tem Macaco Bong e Emicida em seu catálogo.

No próximo mês, passam pelo Cedo & Sentado do Fora do Eixo, respectivamente nos dias 1, 15 e 22, sempre às 21h, as bandas Gloom (Goiânia), Cabruêra (João Pessoa) e Pública (Porto Alegre). A entrada é gratuita (serviço completo abaixo).

Tremor: o trio da argentina mostra seu folclore digital

Ainda no Studio SP, a rede acampa com sua conhecida Noite Fora do Eixo. A festa itinerante será servida ao público paulistano uma terça por mês e vem com cardápio de bandas nacionais e latinas, bem como DJs convidados.

A primeira edição, dia 15, a partir das 23h, reúne o potente quarteto Black Drawning Chalks (Goiânia) e o trio argentino Tremor, um dos principais nomes do festejado selo ZZK Records, de Buenos Aires. Entre os shows, a comitiva Criolina, de Brasília, anima a pista com repertório em que sambas raros, soul e hip hop celebram lado a lado. A festa marca a estreia da Casa do Fora do Eixo, que abrirá seus portões às mais diversas expressões artísticas a partir desta data.

A Noite Fora do Eixo, vale dizer, já rodou diversas cidades brasileiras (até hoje, foram feitas mais de 500 edições) e, em alguns lugares, integrou ao seu formato exibição de filmes e exposições de fotografia. Cerca de 1.500 nomes passaram pelo projeto.

Cabruêra (PB) se apresenta no Cedo e Sentado do dia 15


Logística
Mais que promover apresentações de artistas nacionais e latinos no Studio SP, o Fora do Eixo assume o compromisso de levar estes músicos a outras praças. Em fevereiro, Gloom, Cabruêra e Tremor participam de turnês organizadas pelo circuito no interior de São Paulo e em outros estados.

Todos os grupos recebem o amparo da rede diretamente de sua nova residência. "A casa será um grande ponto de encontro do Fora do Eixo em São Paulo, um espaço aberto permanente de contaminação e intercâmbio. As bandas ficarão hospedadas por lá e terão uma equipe de produção ao seu dispor", explica Pablo Capilé, coordenador de planejamento do circuito.

Com isso, o quinteto goiano visita Campinas, São Carlos e Araraquara, além de chegar a outros palcos da capital paulista, como o enorme Auditório Ibirapuera. Já a comitiva paraibana vai a Osasco, São José dos Campos, Belo Horizonte, Sete Lagoas e Barbacena — os dois últimos são municípios de Minas Gerais. Os argentinos, por sua vez, seguem até Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Sete Lagoas para mostrar a mistura de cumbia e IDM que já extrapolou as fronteiras e rendeu excursões elogiadas nos Estados Unidos.

Segundo Pablo, o Fora do Eixo trará promessas da música latina mensalmente ao Brasil. A parceria com agentes vizinhos começou em 2010, quando o Grito Rock chegou a países como Argentina, Bolívia e Uruguai. “É muito interessante para a renovação estética da música brasileira o contato com projetos estrangeiros”, afirma.


As ações do Fora do Eixo também já despertaram atenção em terras além-mar. De passagem pelo Brasil para o evento Un-convention, da comunidade global de música pop, o renomado pesquisador neo-zelandês Andrew Dubber ficou impressionado com o trabalho de coletivos ligados à rede em Goiânia. "Já ouvimos coisas incríveis sobre o Brasil a respeito de como os coletivos se organizaram, a rede que se criou. Isso é único, nunca ouvi falar de nada parecido. Estamos tirando muitas lições daqui", declarou à revista +Soma.

Em março, o Cedo & Sentado do Fora do Eixo já confirmou presença do bardo de Senador Canedo (interior de Goiás) Diego de Moraes & Os Sindicato, do cantor e compositor paulistano Jair Naves (São Paulo) e do prestigiado quarteto gaúcho Apanhador Só.


Gloom

A banda que abre os trabalhos do Fora do Eixo em São Paulo, no dia 1 de fevereiro, vem da capital de Goiás com seu rock humanista, revestido de música brasileira e com arranjos bem elaborados. "Menina", que tem participação de André Gonzáles, vocalista do Móveis Coloniais de Acaju, é o carro-chefe do disco de estreia dos goianos, lançado no ano passado pela gravadora Monstro Discos. Desde então, o jovem grupo vem provocando paixões em festivais independentes pelo país, como Bananada, Goiânia Noise, Calango, Casarão e Vaca Amarela.

Ouça: www.myspace.com/bandagloom

Serviço

Fora do Eixo apresenta Cedo & Sentado
Toda terça, a partir das 21h
Entrada gratuita

Programação:
1/2 – Gloom
15/2 – Cabruêra
22/2 – Pública


Noite Fora do Eixo
Terça, 15 de fevereiro, a partir das 23h
Entrada: R$ 15
Shows: Black Drawning Chalks e Tremor
Discotecagem: Criolina DJs


Studio SP
Rua Augusta, 591 – Centro – São Paulo, SP
Capacidade: 450 lugares
Censura: 18 anos
(11) 3129-7040
www.studiosp.org.br

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Monte seu Compacto.Tec!



O Grito Rock América Latina lança hoje uma das suas campanhas mais estruturantes - Monte seu Compacto.Tec! Idealizada pelo núcleo da Sustentabilidade Fora do Eixo. O Compacto.TEC é uma ferramenta de gestão colaborativa, que através de um conjunto de planilhas sistematiza a força de trabalho investida nos projetos e explicita as tarefas executadas por um coletivo ou produtora durante a realização de um evento.

Para auxiliar na manutenção/preenchimento do Compacto.TEC, a equipe do Banco Fora do Eixo elaborou uma cartilha, que traz um passo a passo, explicando em detalhes todos os procedimentos, desde quando se abre o documento, compartilhamento, preenchimento (das abas Dados institucionais, Cronograma de execução, Relação de equipe, Contatos gerais, Apresentações, Links de produção, Balanço financeiro e Indicadores), até a a publicação.



No fim deste mês, no dia 31 acontecerá uma edição especial do projeto Observatório Fora Do Eixo para explicitação de como usar essa ferramenta, onde todos poderão tirar dúvidas. Para participar, basta entrar pelo canal do Enxame Coletivo e pela webrádio Fora do Eixo à partir das 19 horas!

Ao fim do Grito, os Tecs serão recolhidos e publicados no Grito Rock Tec, além de serem análisados pelo Banco para termos uma pesquisa atualizada com indicadores que irão auxiliar na captação de recursos para a próxima edição.

Veja aqui o Compacto.Tec do Grito Rock 2011 e Seja parte do banco de dados do GR América do Sul.

+ Saiba mais sobre a frente de Sustentabilidade do FdE na comunidade do Fora do Eixo Card!

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Fora do Eixo Ao Extremo #2


Fora do Eixo Ao Extremo #2
Uganga (Triangulo Mineiro - banda de Manu Joker, ex-Sarcófago) + 
Sociopata (Bauru-SP) + 
OrckOut (Bauru-SP)  

Data: 19/02 - Sabado - 23h
Local: 
Portaria: R$12,00
Lista Amiga: R$6,00

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Como foi a II Imersão do @EnxameColetivo



Programada para acontecer durante todo o fim de semana, a II Imersão do Enxame Coletivo mostrou-se uma diferenciada ferramenta para aproximação do grupo, além de esmiuçar o trabalho que o Enxame pretende realizar em 2011.

Abaixo, um breve resumo, ressaltando os principais pontos da Imersão. Muitos temas, maneiras de gestão, metas, dinâmicas de trabalho e objetivos foram discutidos, em mais de 40 horas de papos e reuniões, agregando cerca de 15 pessoas. Acompanhe.



No 1º dia de atividades (sexta, 21/3), tivemos uma oficina de TEC (documento de planejamento e gestão de eventos, projetos, entre outros, desenvolvido pelo Circuito Fora do Eixo), dividida em duas partes e ministrada pela Isis Maria. Passamos por outra oficina, dessa vez com noções básicas de Photoshop e blog, organizada por Vinicius Nardi, com o objetivo de pluralizar as vozes deste blog.

O momento brilhante do dia, porém, partiu justamente de pessoas que acabaram de chegar no Enxame, como o Leandro Fontana e o João Guilherme, levantando questões relevantes sobre o funcionamento dos TECs, possibilidades e manifestando bastante interesse.
As tags mais utilizadas foram, provavelmente: sistema de trocas, planilha, alínea, balanço financeiro, Card, fechamento de TEC, e outros.
Neste dia, avançamos no nivelamento de informações acerca do processo de construção coletiva, por sua vez temas fundamentais para o entendimento e dinâmica de trabalho do @enxamecoletivo e do Circuito Fora do Eixo.

A noite celebrou uma confraternização na mesa de jantar (recordando a imagem, chega a dar água na boca) com uma lasanha de beringela, receita do Leandro, deliciosa e outras seis pessoas ao redor da iguaria: Artur, Lucas, eu, Isis, Leandro e Eduardo. Melhor impossível.



No Segundo dia (22/1), um café da manhã preparado pelo Lucas e João Guilherme; a dupla emplacou o melhor início matinal, ao som de Funk como Le Gusta. Em seguida, começamos a avaliar o mapa cognitivo de 2010 (ferramenta de mapeamento de objetivos e metas de qualquer atividade, cuja função é encontrar caminhos, soluções e oportunidades), observando o que realizamos, de que maneira o fizemos e que objetivos não foram alcançados, por exemplo.

No período da tarde, tivemos uma reunião virtual (via skype) com Carol Tokuyo, gestora nacional da Universidade livre FDE, que nos deu uma aula sobre organograma, organização interna, entre outros. A participação na Imersão foi essencial para a programação do dia seguinte: elaboração de mapa cognitivo e a constituição do organograma de 2011.

No início da noite, recebemos a ilustre visita dos cineclubistas ligados ao cineclube Aldire Pereira Guedes, Sílvio, PH, José Vinagre e Thiago. O Léo Br, da Cafe-Sanca, já havia aterrissado em Bauru, para contribuir (e como) com a nossa proposta. Foi ele que, em uma ação do Partido da Cultura SP, articulou o encontro na Sede do Enxame, como parte da Imersão.

A reunião rolou com a apresentação do coletivo aos presentes, através de pequenas falas e a exibição de vídeos sobre os projetos que o Enxame realiza. (Exibimos o plantio de árvores do Canja, a histórica Noite FDE #6, a inauguração do Cine Ouro Verde, o Enxame no Zuiani, o teaser da SEDA e por aí fomos).

Quem mais se manifestou foi Vinagre, ex-secretário da cultura de Bauru. O Aldire Pereira Guedes acaba de se tornar um ponto de cultura e gostaria que o Enxame Coletivo participasse, fazendo monitorias e outras parcerias. A segunda proposta, pautada por ambos os grupos, foi a realização de um Fórum para o debate da cultura local que, na avaliação geral, está bem desarticulada, engessada e lenta.


No 3º e último dia, começamos as atividades um pouco atrasados, acho que por conta de um pequeno acúmulo de cansaço e intensidade dos dias anteriores. A primeira ação dominical foi a construção do mapa cognitivo 2011, bem como uma discussão sobre dinâmicas e relações inter-pessoais que interferem no andamento do trabalho.

O processo se estendeu pela tarde, continuou após o almoço e chegou até o início da noite, quando decidimos seguir e passar para a formatação do organograma 2011 do Enxame Coletivo. Ganhamos muitas horas nessas duas atividades, afinal de contas 2011 inteiro passava por aquela planilha na parede.

No fim, a fala final de balanço da Imersão, por cada presente e uma confraternização com pizzas, cervejas, cigarros, risadas e mais papos. Já não tínhamos mais fôlego pra lembrar de tirar as fotos, mas o Eduardo registrou tudo em vídeo e, logo de ve sair um produto sobre a Imersão. Até lá.

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Palco Fora do Eixo começa o ano com o pé direito. Aliás, com UmPédeDois.




Da segunda semana de Janeiro à primeira de Fevereiro teremos a primeira turnê de artes cênicas no Fora do Eixo. Organizada pelo @palcoforadoeixo em parceria com a Rede Ei! (Rede de Espaços Culturais Independentes), a turnê acontece no Nordeste passando por 7 Estados e 12 cidades.

Esta primeira Turne do Palco Fora do Eixo é reflexo de uma parceira do Macondo Coletivo que convidou a Cia Um Pé de Dois a participar de duas edições do FETISM – Festival de Teatro Independente de Santa Maria e a manutenção dos contatos culminou no projeto. A cobertura da #TurnePFE pode ser acompanhanda pelo site www.turnesforadoeixo.com.br


A Cia UmPédeDois atua há 3 anos, é de Porto Alegre/RS e tem dois espetáculos: "Ao Divagar se Vai Longe e de Bicicleta Mais Ainda..." e "O Homem-Banda", atração com Mauro Lauro Paulo, um multiinstrumentista.












Esta #TurnePFE é a estreia do Palco Fora do Eixo com circulação de espetáculos. Tal experiência terá cobertura no blog das turnês FDE e será barateada pela campanha de #HospedagemSolidaria, prática comum nas turnês musicais do #FDE em que os artistas são abrigados e alimentados na casa de produtores, amigos de produtores ou outros parceiros.

Passando por eventos como o Festival de Circo do Vale do Capão e Escambo Livre de Rua, a turnê terá um caráter experimental no que diz respeito à ocupação. Parte das apresentações serão realizadas em locais públicos e têm a carência básica de sombra, público e um horário que não seja de extremo calor e público. Como de tradição dos espetáculos de rua, mas com caráter inovador para as turnês FDE a passagem do chapéu ao fim de apresentações irá favorecer a sustentabilidade da turnê e a viagem da Compania.

A experiência será o primeiro passo para uma sistematização, produção de conteúdo e desenvolvimento de tecnologias sociais, conhecimento e metodologias para trabalhar a circulação de linguagens cênicas no FDE.

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Vem aí Noite Fora do Eixo Ao Extremo #2


Pode anotar aí em sua agenda, a segunda edição do projeto Noite Fora do Eixo Ao Extremo já tem data: dia 19 de fevereiro. Quem sobe ao palco desta vez são os mineiros do Uganga, banda fundada em 1993 por Manu Joker (ex-Sarcófago).


"Vol. 3: Caos Carma Conceito" foi lançado no ano passado pelo Compacto.Rec e é o terceiro álbum do Uganga. O álbum, que foi masterizado por Harris Johns (Sepultura, Ratos de Porão, Kreator, entre outros) na Alemanha e lançado na Europa. Recentemente, o disco foi citado no site Novo Metal na lista de melhores álbums de 2010.

foto por Hick Duarte

Em setembro do ano passado realizaram sua primeira turnê européia passando por sete países diferentes: Alemanha, Bélgica, Suíça, Polônia, República Tcheca, Portugal e Espanha.
"A recepção para o Uganga na Europa foi sensacional", conta o vocalista Manu Joker. "Tivemos a oportunidade de fazer shows bem diferentes, desde festivais até pequenos pubs. Em todas as ocasiões e países nós fomos muito bem recebidos pelo público. Mesmo cantando em português e fazendo um tipo de som que mescla diferentes vertentes, a aceitação para nossa música foi 100%”.


“A diversidade de público foi uma grande característica dessa tour” completa Manu. “O público hardcore e punk foi maioria nos shows do leste, enquanto que na Alemanha, Espanha e Portugal os headbangers imperaram. A tour superou todas nossas expectativas! Sucesso absoluto!"
Aliás, a diversidade também está presente no som da banda, que traz forte influência do Thrash e Hardcore, bem como também algumas passagens inspiradas no Dub e uma dose extra de groove na cozinha.
Pra conhecer mais do Uganga, acesse o My Space oficial da banda.

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Retrospectiva Enxame Audiovisual 2010



O início de 2010 foi o nascimento do Enxame Coletivo e, junto a isso, suas frentes de trabalho também começaram a surgir. Um dos primeiros núcleos pensados certamente foi o de Audiovisual, pois os agora membros do coletivo, em sua grande parte, estudavam, apreciavam e eram curiosos desta área. O primeiro passo foi de estruturação do núcleo. Quem coordenaria, quais seriam os integrantes responsáveis e tudo mais, porém em seu começo, por falta de equipamentos, conhecimento sobre edição e captação de imagens, comprometimento e braços disponíveis a trabalhar, o Audiovisual do Enxame mal conseguia suportar fazer suas coberturas de eventos periódicos. Então mais uma vez o coletivo se reuniu para estruturação e busca das dificuldades encontradas para que o núcleo conseguisse finalmente caminhar.

Paralelo a isso o Clube de Cinema do Fora do Eixo tinha força cada vez mais dentro do circuito e se consolidou como frente de linguagem, passando por uma sistematização, mais exatamente nos meses de novembro e dezembro, quando aconteceram mapeamentos sobre os núcleos audiovisuais de cada coletivo, divididos em circulação, comunicação e produção e distribuição.

Além disso, a produção do Grito Doc, por grande parte dos coletivos que realizaram os Grito Rock em 2010, fez com que o núcleo do Enxame buscasse suas primeiras parcerias de trabalho para finalização do vídeo que seria reunido com outras produções do Brasil inteiro.




Em junho desse mesmo ano aconteceria o primeiro festival Canja e junto a ele veio a idéia de cobertura colaborativa, onde uma equipe de pessoas trabalharam em prol de um mesmo ideal, cobrir o evento todo e disponibilizar para quem não pôde participar. Após essa primeira experiência, nasceu o E-Colab (portal de cobertura colaborativa de Bauru), o qual produziu mais de um vídeo diário da SEDA (Semana do Audiovisual) totalizando 10 vídeos de cobertura, o que foi uma ótima experiencia e nos mostrou que era possível fazer ainda mais, assim como o CdC (Clube de Cinema) percebeu que o trabalho não se resumia as webtvs, mas também a produção de materiais junto com sua distribuição, mais os 20 cineclubes (6 deles contemplados pelo projeto Cine Mais Cultura - MinC), mais as SEDAs, mais a circulação de agentes...

Hoje o Enxame Audiovisual suporta fazer suas coberturas além de contar com colaboradores que entraram para as listas de discussões, o que é essencial para a construção do núcleo, dos trabalhos e projetos a serem pensados; com o Cineclube Ouro Verde, que com o kit Cine Mais Cultura, leva produções audiovisuais para crianças até adultos na periferia de Bauru; com projeções de viodeclipes durante as Noites Fora do Eixo; com mostras já realizadas e futuras a serem colocadas em prática e muitos projetos a serem pensados.

Agora com essa equipe que se mostrou com muita vontade de produzir, realizar e pensar o audiovisual em Bauru, o núcleo de audiovisual do Enxame Coletivo, junto ao Clube de Cinema Fora do Eixo, espera e sente que esse ano vai ser mais um ano de realizações e conquistas através do trabalho coletivo e fará de tudo o possível para que isso não pare.

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II Imersão do Enxame Coletivo acontece neste fim de semana


De hoje até domingo (23.1), o @enxamecoletivo se reúne na Sede do Coletivo para realizar a II Imersão. Trata-se de uma série de atividades com o objetivo de analisar as produções, projetos e ações desenvolvidas em 2010, além de oficinas, debates, planejamento e formatação do organograma de trabalho de 2011.


Confira a programação da II Imersão do Enxame Coletivo.

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Festival Grito Rock continua com inscrições abertas para bandas de todo o país



O maior festival da América Latina abre vagas para bandas e artistas em 132 cidades e 9 países


O Grito Rock chegou à sua nona edição atingindo em torno de 130 cidades realizadoras em 2011. O festival ultrapassa as fronteiras da América Latina e será realizado em 9 países: Brasil, Uruguai, Boliva, Chile, Panama, Costa Rica, Honduras e El Salvador. A expectativa é que mais de 900 artistas se apresentem para um público de aproximadamente 80 mil pessoas. 

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Diário Oficial Fora do Eixo é lançado!



CFE apresenta plataforma das mais promissoras de publicização da informação

Um Diário Oficial é um veículo no qual se publica as leis, licitações, atas de plenário e outras atividades de cunho administrativo. Há várias instâncias desse tipo de publicação - Federal, Governo Estadual, Municipal e em empresas privadas. O que significa que acima de tudo é um poderoso instrumento de democratização de dados.

E agora o Circuito Fora do Eixo lança o Diário Oficial Fora do Eixo, com indicadores dos mês de Novembro. Ele será feito mensalmente pelo Banco Fora do Eixo com vistas a relatorizar periodicamente as principais ações de cada frente de trabalho do CFE, bem como seus balanços mensais, indicativos gerados, links importantes, ou seja, toda a produção institucional resultante da gestão nacional do Circuito Fora do Eixo.

Dessa forma, o DOFE cumpre uma dupla missão: ao passo em que é um veículo mensal de atualizações (informalmente chamado de F5) sobre todos os assuntos pertinentes à movimentação da rede, torna-se também um grande arquivo digital que documenta cronologicamente e com detalhes o desenvolvimento do Circuito. Praticamente falando, o DOFE é uma ferramenta da transparência das ações da rede.

Sua primeira edição está hospedada no http://diariooficialfde.wordpress.com (plataforma beta), e nela, além da prestação de contas do Fundo Fora do eixo, poderemos ver outros tópicos como a Criação do Banco da Cultura (Banco FdE) e o Lançamento da Campanha de preenchimento da declaração anual. Alguns dos Relatórios das Frentes do Circuito Fora do Eixo de 2010 também serão publicados.

Outro ponto importante do DOFE é a oficilizar informações - é nela que serão publicados resultados como os do Prêmio Valores Fora do Eixo, por exemplo. Também há espaço para relatórios dos Festivais da Rede e participações em outros eventos, como o Fórum Nacional de Economia Solidária.

Por: Driade Aguiar

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A PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DAS ARTES



No início do século XX, as fronteiras entre as artes plásticas e a arquitetura diminuiram, as vanguardas artísticas fizeram com que ambas passasem a ser compartilhados em um mesmo espaço físico, a Rua. Assim, as artes sairam do museu para buscar mais proximidade com o público. A cidade passa a abrigar várias manifestações artísticas e o espaço urbano passou a integrar e fazer parte da própria arte, agora pública, comum e orgânica à cidade.


A integração das artes passa a ser relacionada com a instrução das artes nas escolas. A característica que proporcionou essa aproximação foi o fato de as experiências artísticas contribuirem para a construção de saberes multidisciplinares e transdisciplinares. Explorar o uso do drama para aperfeiçoar a compreensão e interpretação nos estudos da leitura , o relacionamento entre a música e os conceitos de matemática entre vários outros exemplos plausíveis. Assim, além da arte com esse caráter começa-se a entender a necessidade de mais arte – teatro, circo, performances etc – na rua.


A complexidade da sociedade acabou adotando esses conceitos de forma mais ampla nos estudos inter/trans disciplinares. Como diz Pignatari: “o verdadeiro conhecimento está entre as várias linguagens. A hibridização nos mostra a possibilidade de sermos mais. O fazedor de arte e o fruidor se humanizam na conexão, na conectividade, de signos-símbolos, pessoas procuram uma maior rede de significados ampliados.” O conhecimento humano precisa ser estimulado de forma transdisciplinar para estimular maior conectividade e compreensão da nossa complexidade.
Por isso é necessário perceber a arte como ferramenta de transformação de valores, como movimento individual e coletivo que gera. E é nesses valores que a arte encontra seu espaço e garante sua qualidade, além de aproximar diferenças e provocar o estímulo à percepção e formação humana para outros valores e conceitos, para além do padrão.


Em meio uma breve pesquisa sobre as Artes Integradas/Integração das artes me deparei com um texto do Ney – Cubo/FdE – falando sobre o assunto em 2007, onde começaram a discutir a necessidade de integrar as artes no #CFE. Três anos depois tivemos a estruturação de frentes de trabalho como o Palco Fora do Eixo, o núcleo de “Poéticas Visuais” e a FEL – Fora do Eixo Letras busacando agregar e estimular essa conexão artística e coeltiva por natureza.


A proposta do Palco Fora do Eixo é exatamente essa. Além de potencializar a expressão de um segmento específico das artes (as cênicas) ele traz em seu DNA a intenção de integrar as artes e aproveitar os saberes e a inteligência coletiva da rede Fora do Eixo. A internet e a forma como passamos a nos relacionar é muito favorável a essa inte(G)ração.


Acreditamos que já não existe mais “produzir sozinho”. A auto-gestão individual é funcional, mas limitada. Quanto mais se integra, mais se produz. Quanto mais se produz, mais gera repercussão e se constrói. Em cima disso se qualifica o debate e a questão dos valores da formação cultural na contrução intelectual e política de cada indivíduo, intrinsicamente ligado a uma cadeia de relacionamentos sociais, culturais, políticos e econômicos.

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Começa ocupação na Casa Fora do Eixo em São Paulo

2011 começa em alta velocidade para o Circuito Fora do Eixo com inovações como a inauguração do escritório na principal metrópole do País


Entre as principais novidades do Circuito Fora do Eixo para este semestre, o endereço encontrado para a CAFE SP - Casa Fora do Eixo - tem causado empolgação para os circuiteiros de plantão. O lugar fica na localizado na Rua Scuvero, 282. E para os trabalhos fundamentais que serão realizados lá, o local é nada menos do que na Liberdade, um dos bairros centrais da capital.

Na escolha, diversos fatores foram levados em consideração, mas a questão que mais contribuiu para a definição do imóvel foi o conceito da casa, que deveria abrigar moradia, escritórios e ainda ser um centro de convivência para receber todos de braços abertos, cumprindo assim o papel de Ponto de Articulação Nacional da rede na metrópole paulista.

Com 675 m² de terreno, sendo 375 m² de área construída, a construção compreende dois sobrados (um na frente e outros nos fundos). Entre eles há um pátio grande com uma cesta de basquete com uma garagem à direita (que poderá servir como área de convivência). Além das vantagens no espaço, há outras facilidades - a casa está situada numa região de arredores marcados por comércio, como lojas de roupas, eletrodomésticos, bancos, correio, lotérica, cartório, despachantes, borracheiros, mecânica em geral, entre outros.

Tudo isso a dez minutos da casa, com direto a ônibus na porta e o metrô São Joaquim a 15 minutos a pé. Algumas tecnologias já foram criadas para auxiliar na mudança para a CAFE/SP, tais como os roteiros de acesso até a casa, a decupagem dos espaços e o Check List de bens dos moradores que serão levados.

A mudança está prevista para todo o mês de janeiro, para que as atividades se iniciem até fevereiro, incluindo a produção do Grito Rock São Paulo, do projeto Cedo e Sentado às terças no Studio SP e a própria inauguração da Casa Fora do Eixo. Você pode ver os croquis e mais fotos da casa pelo flickr do Fora do Eixo.

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É que na hora que dá um tempo, a gente olha pra trás e vê...

O #CentroMultimídia do Circuito Fora do Eixo fez o mapeamento e levantou todas as ações do #FDE em 2010, o resultado é a Retrô #FDE 2010.


É isso, o ano passou, tipo maratona, aquelas provas que o sujeito precisa correr 42km direto, no máximo abre um copinho d’água, toma um tanto, joga na cara. Mas aí estorou os fogos né, tinha que dar uma parada pra puxar o ar mais fundo. E o que é que deu? Vontade de olhar pra trás pô, puta corrida longa e parece que passou tão rápido que nem deu tempo de prestar atenção nos detalhes.

Aí a vontade vira ação e quando a gente olha vê o que? #GritoRock2010 , #NoitesFDE, #SEDA, #Compacto.REC e um monte de outras ações, festivais, captação de editais, turnês.



Vixi, o ano do Circuito Fora do Eixo foi muito ativo, a articulação nacional evoluiu exponencialmente e isso impulsionou todos os pontos FDE. Nessa "pausa" de começo do ano surgiu a vontade de olhar pra trás e o resumo tá aí, na #NewsRetroFDE.

Mas sabe como é né, essa coisa de maratona, vicia, termina uma com embalo guardado pra outra já. Os fogos já passaram, ficou pra trás, tá na hora de partir e esse ano, pelo jeito que começou, vai ter uma longa trilha pela frente... Massa!

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Burro Morto - Baptista virou máquina




Baptista virou máquina. Através da história desse personagem, que retrata as experimentações de um trabalhador acostumado com as condições de vida estáticas e repetitivas da cidade de terceiro mundo, a banda paraibana de música instrumental Burro Morto estréia 2011 com um projeto musical e visual de atmosfera envolvente: álbum acompanhado de DVD, que ilustram em conjunto toda a trajetória do personagem.



Seguindo as mesmas influências musicais mostradas no Varadouro de 2009, o novo álbum mantém uma estética sonora baseada no afrobeat, jazz e na psicodelia híbrida do rock e música brasileira, também associada ao conceito idealizado de seu personagem principal, o que permite uma narração nítida e bem amarrada a cada faixa musical. Além disso, as composições bem elaboradas mostram um amadurecimento da banda, que vem trabalhando a música instrumental com um experimentalismo sério e cheio de misturas vibrantes. 

O álbum ainda conta com algumas participações, como a do guitarrista e produtor Fernando Catatau, na faixa Cataclisma, e do ilustrador paraibano Shiko, que desenvolveu um belo projeto gráfico e valorizou ainda mais a caracterização do personagem idealizado pela banda. Já o filme foi criado pelo cineasta Carlos Downling, que utilizou as músicas do álbum como próprio roteiro para sua composição visual. O resultado não poderia ser melhor.

Burro Morto é formado pelos músicos Haley, Daniel Jesi, Ruy José, Leo Marinho e Pablo Ramires. Partiram de um coletivo colaborativo de músicos em João Pessoa na Paraíba e desde de 2007 experimentam uma sonoridade vibrante e cheia de influências inusitadas. Tocaram em alguns festivais como Coquetel Molotov, Rec Beat (PE), Universo Paralello (BA), em casas noturnas como Studio SP, Berlim, CB Bar (SP) e na cidade de Bauru, em uma das Noites Fora do Eixo do Enxame Coletivo.

Confiram o novo álbum do Burro Morto - Baptista Virou Máquina. Aqui

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Fora do Eixo Ao Extremo - Bauru



O ano começou e nos primeiros dias de janeiro, um projeto novo em folha chega a Bauru:  o Noite Fora do Eixo Ao Extremo. O projeto é vinculado a frente do Circuito Fora do Eixo - “Fora do Eixo Ao Extremo” - que é formada por bandas de sonoridade mais pesada.
Bauru é uma cidade que apresenta poucas oportunidades para bandas e público desta vertente, mas mesmo assim a cena sempre esteve presente, mantendo-se respirando, seja punk, hardcore, metal, o que for, “#tamojunto”. E justamente pensando na criação de um novo espaço para esta vertente que surgiu o projeto  Noite Fora do Eixo Ao Extremo, para fomentar o crescimento desta cena tão presente em nossa cidade e dar a oportunidade para as bandas apresentarem seu trabalhos autorais.


FORA DO EIXO AO EXTREMO


O Fora do Eixo ao Extremo é um sub-circuito criado com base na tecnologia do Circuito Fora do Eixo com o intuito de estruturar e dar vazão a bandas de estilos mais “pesados” como o Hardcore, Punk, Metal e suas vertentes.
O projeto surgiu em março de 2010, tendo agentes integrados espalhados por todo o Brasil, fomentando o crescimento das cenas locais em todo o país. Os shows de lançamento da frente aconteceram nas cidades de Cuiabá (MT), Brasília (DF), Uberlândia (MG), Macapá (AP), Anápolis (GO), Patos de Minas (MG), Porto Velho (RO), Canoas (RS), Vilhena (RO) e Niterói (RJ), com apresentações de bandas como Uganga, Nitrominds, Inthruder, Forsaken (Chile), xLost in Hatex, Nouvelle Gaia (Chile), Galinha Preta, Inkognitta, Os Cabelo Duro e muitas outras.


FORA DO EIXO AO EXTREMO - BAURU



No dia 15 de janeiro aconteceu no Jack Music Pub em Bauru o lançamento do projeto na cidade, com as apresentações das bandas The Sams Hardcore Orchestra (Sorocaba-SP), Bonequinho (Bauru-SP) e D.O.S. (Bauru-SP). E foi apenas o primeiro, pois as próximas noites já estão sendo articuladas. Em breve teremos novidades bem legais.

“Tenho uma banda extrema, como faço pra participar?”
A ideia é fomentar o crescimento da cena na cidade, queremos conhecer o trabalho das bandas autorais e que estas trabalhem junto conosco para este fortalecimento. Mande seu material (clicando no link “Cadastre seu material”) e entraremos em contato. Lembrando que a única especificação é que o som seja autoral, queremos ouvir a sua música.


PRA FINALIZAR, BARULHO!


A partir de agora, vocês sempre encontrarão textos sobre a cena extrema independente brasileira na seção “FDE Ao Extremo”. Serão entrevistas, resenhas, CDs para download, tudo relacionado a esta vertente da música independente.


Me despeço com dois grandes lançamentos #FDEx do Compacto.Rec no ano passado.
É nóis, Extremos!

UGANGA - Vol. 3: Caos, Carma, Conceito
 


LEPTOSPIROSE - Mula Poney
 

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