O trio instrumental EPCOS chega a Bauru no feriado de 7 de setembro para uma apresentação no palco do Shiva Bar. A noite de quarta feira ainda conta com a presença do músico Vitoriano além de uma intervenção do grupo Embaixada de Marte.
Formado em 2009, na cidade de Recife, a banda EPCOS possui um som autoral e intenso, caracterizado pela própria banda como visceral. Com influências como o Black Sabbath,
Wolfmother e Led Zeppelin, o trio é pautado pela liberdade musical e pela influência de ideias.
Com três anos na estrada, os artistas acumulam na bagagem uma indicação para a revista Poeira Zine além de uma participação vitoriosa no I Festival de Artes de UFPE e de participar do EXPOIDEA , uma feira que une tecnologia, sustentabilidade e cultura. Os músicos também participaram Festival Grito do Rock em Recife e da Noite Fora de Eixo em Maceió. O primeiro EP da banda foi lançado no início deste ano e está disponível no blog dos músicos.
O grupo pernambucano é formado por João Victor, na guitarra, Thiago Correia, no Contra Baixo elétrico, e por Rodrigo Correia, na bateria.
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Por Luana Rodriguez
Serviço Quarta Dimensão #7 Onde: Shiva Bar Quando: 07/9 às 22h30 Quanto: até as 23h, R$5. Depois das 23h, R$8
Feriado da Independência também é dia de Quarta Dimensão no Shiva Bar. No dia 7 de setembro, a banda EPCOS e o cantor Vitoriano se apresentarão em Bauru. A noite também contará com uma intervenção teatral do Grupo Embaixada de Marte.
O artista de Fortaleza, Vitoriano, chega a São Paulo com novidade na bagagem para divulgar a sua nova jornada solo. Durante o mês de setembro estará em turnê pelo estado, contabilizando 10 shows em 16 dias. Formado pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) em música, Vitoriano apresenta em suas canções um mundo de contradições e desencontros. A sua vivência e paixão pela música.
Recentemente Vitoriano deixou a banda Alegoria da Caverna no qual era vocalista e compositor. Mas logo engatou sua carreira solo se apresentando em importantes festivais nacionais. Participou do lançamento do Festival PONTO CE no palco principal da Feira de Música de Fortaleza em 2010. Também do BNB de Fortaleza, Juazeiro e Souza, no Órbita SESC Crato e Manifesta Festival.
Em sua jornada na banda Alegoria da Caverna, formada em janeiro de 1999, a lista de eventos mostra o destaque do grupo. No Ceará participou do Ceará Music 2002 e 2003, se apresentando no Palco Brasilis. Também no ForCaos , II Festival Vida & Arte, Panela de Pressão, Circuito Cultural Banco do Brasil 2005, Festival Ceará Music/Feira da Música, Feira da Música, I Festival CPC de Música, SerrAção e no I Festival Sesc de Bandas em Sobral.
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Serviço Quarta Dimensão #7 Onde: Shiva Bar Quando: 07/9 às 22h30 Quanto: até as 23h, R$5. Depois das 23h, R$8
Lenisa Lenza, da @casaforadoeixo, no módulo BancoFDE. Primeiro dia da #ImersaoEnxame
De sábado a segunda-feira, 27 a 29 de Agosto, o Enxame Coletivo vai a São Paulo passar 3 dias na @casaforadoeixo para a #ImersãoEnxame e para uma vivência da 18ª edição do #DomingonaCasa. A proposta é aproveitar as plataformas que a rede Fora do Eixo tem desenvolvido para potencializar a circulação de conhecimento, a qualificação e nivelamento dos pontos. A Casa FDE SP têm recebido muitos coletivos todos os meses para manter a rede atualizada e sempre em movimento para conseguirmos evoluir cada vez mais rápido e de forma orgânica. As #Imersões também tem movimentado pessoas de diferentes regiões para pautas mais temáticas como a música, as artes cênicas, o audiovisual, a literatura, as políticas públicas, o meio ambiente, sustentabilidade etc.
A 15ª edição da Noite Fora do Eixo, que acontece no próximo sábado, dia 03/9, no Jack Music Pub, vai unir música e artes visuais. No palco, as duas atrações confirmadas são: o quarteto rockeiro Mavka e a instrumental Aeromoças e Tenistas Russas. E nas paredes internas e externas do bar, o projeto ILUSTRUTURA, evento de arte independente livre, que no período noturno ocupa o Jack com intervenções.
De Sorocaba e parceira do Coletivo Rasgada, a Mavka surgiu em 2011, carregada de influências do som noise dos anos 80/90. "Eu poderia dizer que o Mavka é um conjunto formado de algumas histórias bem particulares, por exemplo eu e pedro gostamos muito de sonic youth e de silversun pickups eu particularmente tenho um pé na PJ Harvey que eu não consigo largar a Duda (teclado) é outra 'Sonic-louca' e My Bloody Valentine" - conta a vocalista Bea Rodrigues, em entrevista pelo Facebook.
Mavka também dialoga com o punk rock e até o jazz, referências trazidas pelo baterista e vocalista Victor V-B, nascido em Chicago (EUA), onde atuou em diversas bandas punks e experimentais. Completam a formação Bea Rodrigues (baixo/voz), Duda Caciatori (Teclado) e Pedro Yue (guitarra).
Em cerca de 30 horas de estúdio, a banda gravou o primeiro EP, de nome homônimo, lançado em abril deste ano. "Esse EP nos garantiu vários shows, foi bem bacana, porque ele não tem nem um ano né e temos uma turnê no sul agora, do dia cinco até o dia 12 de setembro graças a ele, basicamente os shows que conseguimos em São Paulo também. E já fizemos muitos shows para uma banda nova" - resume Bea.
A Noite FDE vai contar com a intervenção dos participantes da instalação temporária artística do projeto ILUSTRUTURA, que acontece durante todo o sábado, na República 13 (Rua Eng. Saint Martin 11-30). À noite, algumas obras seguem ao Jack para uma nova intervenção na parte interna e externa do bar. Quem tiver interesse em expor seu trabalho, deve se inscrever pelo e-mail ilustrutura@hotmail.com e entregá-lo até dia 1º, quinta-feira. O tema é livre e a mostra na República 13 é aberta ao público.
O objetivo do ILUSTRUTURA é estimular a produção, a instalação e a circulação das artes, promovendo, assim, um encontro de artes integradas em Bauru. Participe e/ou visite a exposição em dois ambientes diferentes!
Eles não são da Rússia, nem são aeromoças, tampouco usam raquetes: são quatro cabeças que se encontraram no audiovisual. Em 2007, após um ano cursando Imagem e Som, Juliano Parreira (baixo), Gustavo Hoolis (teclados), Eduardo (bateria) e Thiago "Hard" (sax, guitarra e vocal) começam a ensaiar sem muita pretensão, alternando covers e algumas músicas autorais, apresentando-se localmente em festas de república e bares. Iniciam 2009 com quatro músicas gravadas em estúdio, outras composições prontas e uma sonoridade peculiar, extremamente original. Cimentado no rock´n roll, o som carrega influências diversas, às vezes nem tão nítidas assim, como por exemplo, samba, groove, funk ("Saguis"), psicodelia estelar ("Solarística"), swing, jazz ("Jacques V.E.") e acid jazz ("Insomne"), sempre com alta dose dançante. No decorrer do ano, recebem convites de importantes festivais como o 3º Festival Contato, Festival Interunesp de Ilha Solteira, Sesc Araraquara e Macondo Circus 2009 (Santa Maria / RS).
O show em Bauru marca a estreia do novo baterista do quarteto, Eduardo Porto (ex Pé de Macaco).
Depois de ser um dos destaques no festival gaúcho, entram 2010 com dois pés na estrada, com mais de 50 apresentações durante o ano. Participam do Festival Grito Rock América do Sul 2010, realizando seis shows no interior paulista, em seguida, junto com a banda mineira Porcas Borboletas realizam uma turnê por 11 cidades (de MG e SP) em 12 dias. Passam ainda pela Virada Cultural de São Paulo e nos Festivais PIB (Produto Instrumental Bruto), Calango, Marreco e Cardápio Underground. Atualmente, Aeromoças e Tenistas Russas trabalha no lançamento do seu primeiro disco, previsto para este ano.
Serviço:
Noite Fora do Eixo, com Mavka + Aeromoças e Tenistas Russas + ILUSTRUTURA
Às 19h na sala experimental & livre do CinExtinção
Direção: Jeff Feuerzeig
Ano:2005
Duração: 105 Minutos
Gênio, Maníaco-Depressivo, Cantor, Compositor, Artista. Um retrato sobre a loucura, a criatividade e o amor. Daniel Johnston é um enigma, e uma lenda viva da cultura popular. Adolescente reclusivo, Daniel começou a dar mostras de uma invulgar capacidade artística, criando filmes em super-8 e bandas desenhadas na cave da sua casa. Mas aos olhos da sua família Cristã fundamentalista, essa não era uma forma produtora de contribuir para a sociedade. Desde que o criador dos Simpsons e seu grande fã, Matt Groening, o homenageou na sua coluna do LA Weekly, há alguns anos, referindo que "alguém deveria fazer um documentário sobre Daniel Johnston", e que Kurt Cobain o declarou o maior autor de canções vivo, que Daniel era considerado o tema ideal para um documentário.
Foi necessário o trabalho do realizador Jeff Feuerzeig e do produtor Henry S. Rosenthal para o tornar realidade.
The Devil and Daniel Johnston
de Jeff Feuerzeig
"3 meses passaram desde que aqui deixei um trailer referente a um documentário que tinha acabado de conhecer. Desde então que não o consegui tirar da cabeça e vi-me obrigado a ir descobrir mais acerca deste homem. Agora, no decorrer do IndieLisboa 2006 tive finalmente a oportunidade de ver a obra que despertou a minha curiosidade. The Devil and Daniel Johnston conta-nos a história do senhor a que o título se refere,Daniel Johnston. Acima de tudo ele é um artista, mas onde mais fortemente se destaca é na música e no desenho. Sendo que a sua arte dificilmente pode ser compreendida sem se conhecer o homem que está por detrás, o filme começa por nos contar os primeiros anos da sua vida naquela que é a parte mais fraca da história, contudo necessária de ser contada. Depois sucedem-se acontecimentos cada vez mais estranhos enquanto Daniel luta com a sua condição de maníaco-depressivo que tanto o ajuda na sua criatividade como quase o destrói por completo. Tal como a maior parte das pessoas que já tiveram contacto com a sua obra, vemo-nos num constante esforço para tentar compreender a sua arte. É aqui que para mim a sua história se torna única. É que enquanto a maior parte dos artistas olhava para aquilo que tinha feito e ia sobre-analisar tudo, acabando quase de certeza por detestar a sua própria criação, Daniel não parece ter essa capacidade de analise, sendo nesse aspecto como uma criança. A fé que tem naquilo que está a fazer é inabalável e isso acaba por fazer com que outros acreditem também. É exactamente entre a fé a sua doença que Daniel fica obcecado pelo Diabo. Obcessão essa que por um lado trás ao de cima algumas das suas melhores criações mas que o leva a sabotar a sua própria carreira.
Jeff Feuerzeig consegue fazer um excelente retrato deste artista criando um ambiente que está constantemente em equilíbrio entre a genialidade e a loucura. Os pais, irmãos, amigos e conhecidos, todos têm oportunidade para contar a hístoria do seu ponto de vista mas os momentos mais fortes são conseguidos quando, ao longo de todo o filme, se vão reproduzindo bocados de gravações que Daniel fez ao longo da sua vida, falando acerca de si em estilo de diário. Não querendo retirar qual crédito ao realizador, reconhecido aliás no festival de Sundancecom o prémio para melhor realizador em documentário, quanto a mim grande parte do seu trabalho estava já feito por Daniel Johnston. Esta é uma história no mínimo bizarra mas obrigatória de ser conhecida." (Fila do Meio, Portugal)
SOBRE O CINEXTINÇÃO:
O empório contracultural Extinção em parceria com o Enxame Coletivo mantém desde maio o projeto “CinExtinção”, sala de cinema experimental e gratuito em Bauru, com capacidade atual de público para 15 pessoas. Este mês são exibidos filmes às quintas-feiras e sábados, confira a programação geral.
Com apoio técnico do Enxame Coletivo e curadoria de Aran Carriel (Extinção), as sessões têm entrada
livre e acontecem às 19 horas, no piso superior da Extinção (Rua Cussy Jr., 8-17 – Centro; Fone 3018 1733).
O média-metragem “Abel Contra o Muro”, projeto audiovisual independente, estreia no próximo dia 30 (terça-feira), no Sesc Bauru, às 19h30. O filme segue em exibição nos dias 1 , 6 e 7 de setembro na UNESP, Sesc São Carlos e no Jardim Nicéia, respectivamente.
Produto do trabalho de conclusão de curso dos alunos de Rádio e TV da Unesp, Alexandre Borges (direção e roteiro) e João Guilherme Perussi (produção geral), “Abel Contra o Muro” conta a história de um garoto que vive na periferia de Bauru, criado por sua tia e sem contatos além do ambiente familiar, observando o mundo que lhe cerca apenas através de um buraco no muro, até o dia em que uma bola da vizinhança cai em seu quintal e uma garota o convida para sair de casa e explorar o mundo exterior.
Os custos do filme giraram em torno de 15 mil reais e através do catarse (plataforma de financiamento colaborativo de projetos), a equipe de “Abel” conseguiu arrecadar R$2.350,00. Entre equipe técnica e atores, o média conta com cerca de 40 pessoas, além dos figurantes, moradores do Jardim Nicéia, cenário do filme, que também somam 67 pessoas.
Mais do que um projeto audiovisual ou um trabalho de conclusão de curso, “Abel” ainda tem um cunho social, procurando dar voz ao bairro, que se encontra “ilhado” entre 3 condomínios de luxo. “Apesar disso tudo e talvez até por esse fato, lá você vai encontrar uma cultura muito forte e unida”, conta João Perussi.
“Enxergamos nesse projeto uma forma de alertar as autoridades que existem realidades bem cruéis na vida de muitas pessoas, e é importante ressaltar que isso também está acontecendo em Bauru. Temos falta de saneamento básico, drogas, violência, miséria, pontos sem energia elétrica, enfim, problemas sérios”, conta o produtor que acompanhou o cotidiano do Nicéia por dez meses enquanto trabalhava na produção e gravação do média. Além disso os moradores do bairro tiveram a oportunidade de ter contato direto com o fazer cinema, uma experiência incrível e incomum.
“Abel Contra o Muro” ainda contará com exibições por todo o país através de parcerias com o Circuito Fora do Eixo e com o Clube de Cinema Fora do Eixo, além de ser distribuído on-line pela DF5. Em setembro, os dois realizadores viajam em turnê pelo estado paulista, para acompanhar e fazer bate-papos em cidades como Marília, Sorocaba, São Paulo, São Carlos, Ribeirão Preto, entre outras.
Na última terça-feira, Bauru recebeu a 2ª Coluna Fora do Eixo, com a presença de três agentes da rede Fora do Eixo. O bate-papo aconteceu no auditório do Centro Cultural de Bauru, reunindo cerca de 30 pessoas. Confira o curta-metragem de Carlos Eduardo Magalhães (o Dudu) realizado durante a passagem pela cidade:
Documentário sobre a figura polêmica do jornalista americano Hunter Stockton Thompson (1937-2005), mais conhecido pelo seu romance "Fear and Loathing in Las Vegas", transformado no filme "Medo e Delírio". Hunter é creditado como o criador do "Gonzo Journalism" - algo como jornalismo bizarro, ou ainda subjetivo e fictício. Trata-se de um estilo no qual o repórter envolve-se de tal maneira na reportagem que ele acaba se tornando a figura central da história.
Notório "free lance" durante toda a carreira (regada a todo tipo de droga), na qual atacou e ironizou tudo e todos, Hunter é mostrado aqui em seu auge profissional, entre os anos de 1965 a 1975. O filme inclui imagens jamais vistas antes, filmes caseiros e manuscritos nunca antes publicados.
Hunter Thompson suicidou-se com um tiro de espingarda na cabeça em 20 de fevereiro de 2005. Ele deixou um bilhete em que se mostrava deprimido e sofrendo de terríveis dores após uma cirurgia na região da bacia. Seu corpo foi cremado e as cinzas foram lançadas ao céu por um pequeno foguete, em uma cerimônia bancada pelo atorJohnny Depp, seu amigo e que interpretou o personagem Raoul Duke na versão para o cinema de Medo e Delírio em Las VegasFear and Loathing in Las Vegas (filme). Depp também faz a narração deste grande documentário.
Hunter Stockton Thompson(Louisville,Kentucky,18 de julhode1937—Aspen,Colorado,20 de fevereirode2005) foi umjornalistae escritor norte-americano. Conhecido pelo seu estilo de escrita extravagante, aperfeiçoado em seu livro mais famoso,Medo e Delírio em Las Vegas(Conrad, 2007, L&PM POCKET, 2010), Thompson foi um criador de um estilo denominadoJornalismo Gonzo. Esse estilo se caracteriza por acabar com a distinção entre autor e sujeito, ficção e não-ficção.(...)
"Quando as coisas ficam esquisitas, o esquisito vira profissional"
SOBRE O CINEXTINÇÃO:
O empório contracultural Extinção em parceria com o Enxame Coletivo mantém desde maio o projeto “CinExtinção”, sala de cinema experimental e gratuito em Bauru, com capacidade atual de público para 15 pessoas. Este mês são exibidos filmes às quintas-feiras e sábados, confira a programação geral. Com apoio técnico do Enxame Coletivo e curadoria de Aran Carriel (Extinção), as sessões têm entrada livre e acontecem às 19 horas, no piso superior da Extinção (Rua Cussy Jr., 8-17 – Centro; Fone 3018 1733).
Nesta sexta-feira, Bauru recebe de Córdoba, Argentina, a banda Malaquerencia, que funde rock com ritmos latinos como a salsa, o folclore, o reggae e a música urbana, com presença marcante do jazz. Quem abre a Noite é o trio bauruense Vilão do Groove, que faz sua estreia na cidade. A discotecagem também é um projeto novo, do grupo Embaixada de Marte: "Extra[Co]", que vai fazer uma seleção de sons latinos.
Malaquerencia surgiu em 2006 em Córdoba formada por músicos de diferentes cidades da Argentina. Desde o inicio, deixam claro sua sua posição frente aos músicos independentes de todo o país e organizações sociais. O grupo é integrante e participante ativo da Associação Civil MUCC (Músicos Convocados de Córdoba e da FIMA (Federeção Independente de Músicos Argentios) pelo qual realizam palestras em todo país sobre autogestão cultural e produção independente. Experimentando novas tecnologias, além do CD “Talabarteria” (2009), lançou um Pen Drive com todas as músicas da carreira, além de vídeos e faixas de outras bandas independentes argentinas.
Surgido em terras bauruenses, no Centro Oeste Paulista, a banda Vilão do Groove vem montando seu repertório a base do Rock Blues. O trio instrumental em inicio de carreira já tem na bagagem músicas próprias e um vídeo de um ensaio que dá uma prévia do que será o seu primeiro show. Vilão do Groove é Hornes na Guitarra, Ribeiro no baixo e Rodrigues na bateria.
+Noite Fora do Eixo
Em sua 14ª edição, é a segunda vez que o projeto musical promove show com artista internacional. Em 2010, o trio Falsos Conejos, também da Argentina, se apresentou em Bauru. Desde março de 2010, mais de 30 bandas (de Bauru e de todo o país) já passaram pelos palcos das Noites Fora do Eixo, movimentando um público de cerca 2.500 pessoas.
Serviço: Noite Fora do Eixo #14, com Malaquerencia e Vilão do Groove Quando: Sexta, 28/08, 23h30 Onde: Jack Music Pub Quanto: R$7 (Lista Amiga) / R$12, porta
Passagem da Coluna FDE em Ribeirão Preto, reuniu mais de 30 pessoas, em quase 3h de bate-papo
Nessa terça-feira (23), às 19h30, Bauru recebe a primeira edição da Coluna Fora do Eixo. Com participação de Felipe Altenfelder, Carlos Eduardo Magalhães e Rafael Rolim, representantes nacionais do Fora do Eixo, a Coluna é uma atividade de formação com o objetivo de apresentar o Circuito Fora do Eixo e sua lógica colaborativa, bem como fixar parcerias e debater assuntos diversos ligados articulação cultural em rede. O bate-papo é aberto e acontece no auditório do Centro Cultural de Bauru, localizado na Av. Nações Unidas, 8-9 e é realizado em Bauru pelo Enxame Coletivo com apoio da Secretaria Municipal de Cultura.
vídeo de apresentação do Circuito Fora do Eixo
Diante deste desafio de conectar estes agentes e coletivos, no final de 2009, o circuito cria uma nova plataforma: a Coluna Fora do Eixo, revisitando a histórica Coluna Prestes, os representantes das regionais do Circuito Fora do Eixo, começam a viajar por todo o Brasil, em uma missão de desbravamento de novos pontos e conexào dos pontos existentes, reconhecendo que mesmo com todo o crescimento das ferramentas virtuais de conexão, o encontro presencial é indispensável em processos de contaminação cultural que busquem resignificar práticas e vivências como o Circuito se propõe. "
A Coluna FDE tem como objetivo estimular a conexão e a organicidade dos pontos ligados a rede do Fora Do Eixo no Interior de São Paulo e principalmente fazer um convite para todos os agentes culturais da região participarem do Congreso Nacional que esse ano acontece em São Carlos" - comenta um dos gestores do Fora do Eixo, Felipe Atenfelder.
+ Fora do Eixo
O Circuito Fora do Eixo possui mais de 100 pontos espalhados por 26 estados do país, Argentina e América Central. São mais de 100 cidades com um grupo reunido para fomentar a cultura local.
Serviço:
1ª Coluna Fora do Eixo Bauru
Quando: Terça-feira, dia 23/08, às 19h30
Onde: Centro Cultural de Bauru (Av. Nações Unidas, 8-9, Centro)
Entrada gratuita.
Malaquerencia (Argentina) + Vilão do Groove (Bauru)
+ discotecagem Latina com projeto "Extra[CO]" - Embaixada de Marte Quando: Sexta (26/08), às 23h30
Onde: Jack Music Pub (Av. Duque de Caixias, 8-56)
Quanto: R$7 (lista amiga); R$12, na hora
... NA ESTRÉIA DE SÁBADO NO CINEXTINÇÃO
Humor negro norueguês com Johnny Cash & deficientes físicos
Geirr (Fridtjov Såheim) é um amargurado paralítico com fixação em armas que gosta de ver filmes de guerra, fumar erva, ouvir Johnny Cash, se auto-medicar e beber uns copos. Com seu cabelo comprido tipo anos 70 e o seu negativismo, Geirr parece um daqueles veteranos de guerra do Vietnã. A cadeira de rodas é um elemento novo em sua vida e na de sua mulher, Ingvild (Kirsti Eline Torhaug), ao qual ainda não se adaptaram convenientemente. Numa forma desesperada de salvar a relação, ela convida um grupo de apoio local liderado por Tori (Kjersti Holmen) que, juntamente com outros aleijados, vão à casa do casal pregar as regras do positivismo e da boa-disposição.
Estes dois pensamentos totalmente opostos vão sendo confrontados por um dia inteiro. Geirr se recusa a olhar as coisas com um viés positivo e lentamente tenta trazer os membros do grupo para o seu lado, de forma que aceitem de um jeito diferente (e melhor) as suas situações. Conseguindo isto, livrando-os de terem que pensar positivamente, teria então ensinado a ‘arte do pensamento negativo’.
Fino humor negro, destes que os nórdicos produzem muito bem. Trata da condição humana e de formas diferentes de encarar a vida. Um filme singular, com um toque até ‘teatral’, por se passar todo em uma casa, e com uma bela trilha sonora.
PRIMEIRA SESSÃO AOS SÁBADOS DO CINEXTINÇÃO!
O empório contracultural Extinção em parceria com o Enxame Coletivo mantém desde maio o projeto “CinExtinção”, sala de cinema experimental e gratuito em Bauru, com capacidade atual de público para 15 pessoas. Este mês são exibidos filmes às quintas-feiras e sábados, confira a programação geral.
Com apoio técnico do Enxame Coletivo e curadoria de Aran Carriel (Extinção), as sessões têm entrada livre e acontecem às 19 horas, no piso superior da Extinção (Rua Cussy Jr., 8-17 – Centro; Fone 3018 1733).
A Sede do Enxame Coletivo vai receber, de hoje até domingo (21), os vizinhos de Marília, integrantes do Coletivo Desdobra (antigos membros do Caipira Bruto) para uma imersão de três dias. Cinco agentes do coletivo chegam a Bauru com o intuito de fazer intercâmbios de conhecimento, através de pequenas oficinas e módulos em várias áreas do conhecimento.
A programação da imersão - solicitação dos agentes culturais de Marília - compreende os módulos de Sustentabilidade, Comunicação, Palco Fora do Eixo, Intercâmbio, entre outros.
As imersões são ações da Universidade Fora do Eixo (Uni-FDE) com o objetivo de trocar experiências, promover oficinas e vivências coletivas a fim de aproximar agentes da rede Fora do Eixo e compartilhar conhecimento.
Confira a programação detalhada:
Sexta
21h - Jantar
Módulo Sustentabilidade - Laís Bellini e Lucas Grilli
No dia 17 de setembro, a Banda Cabana Café (http://cabanacafe7.com.br/) faz show no Jack Pub na 15ª edição da Noite Fora
do Eixo promovido pelo Enxame Coletivo e pelo Circuito Fora do Eixo. Há pouco menos de
um mês do show, o coração já parece ansiar pela volta a Bauru do grupo de amigos, sócios,
músicos e companheiros de casa que fizeram a alegria dos bauruenses no semestre passado.
O Cabana Café já tem show marcado no BomBar de Araraquara no dia 16 de setembro e,
por isso, chega a Bauru aquecido para manter as boas impressões que deixou na sua última
apresentação na cidade, no dia 16 de abril desse ano, em um show intimista e contagiante
feito na Sede do Enxame Coletivo, na Noite Fora do Eixo #10. A Noite Fora do Eixo também promete por unir a banda paulistana ao som da bauruense Pé de Macaco, que faz seu show de despedida, o quarteto vai encerrar suas atividades em clima de festa, no palco.
"Vem morar na minha cabana, vem tocar na minha banda"
Os sete membros iluminados por uma única garota transbordam criatividade partindo pelo seu
EP vendido dentro de um filtro de café e pelos seus covers adaptados.
Os mais novos singles da banda, “Dos” com um som bem representativo da banda
e “Mané”, com uma pegada mais dançante e eletrônica, podem facilmente representar
essas características e estão disponíveis no My Space da banda (http://www.myspace.com/
cabanacafe7), assim como o making of do seu último disco “Jangada Elétrica”.
As músicas abrasileiradas dos finalistas do Aposta MTV 2011 (o Cabana Café é um dos 10 concorrentes) não se limitam ao português e se
aventuram pelo francês e pelo espanhol como na música “Dos” e “Le Gato”, respectivamente. Para conhecer mais da banda o blog http://cabanacafe7.com.br/diariodebordo/ tem imagens ,
vídeos, downloads dos EPS “Le Gato” e “Jangada Elétrica”, letras de músicas, além de acesso
direto ao Flickr, Facebook, Soundcloud, YouTube e ao Twitter.
Serviço:
Noite Fora do Eixo #15, com Cabana Café, Pé de Macaco + discotecagem Árido Groove
Sábado, 17/09, 23h30
Jack Music Pub
R$7 (Lista Amiga) / R$12, porta
Neste sábado (20), o projeto "Bauruzão Ilustrado" - idelizado pela artista visual Aline Paes - chega a 2ª edição na área de convivência do SESC. O evento é um encontro de interessados em ilustração, desenho, design e arquitetura, para criação, construção coletiva e troca de experiências entre os que gostam de desenhar. Um ‘sarau de desenho’ aberto a todos: traga seus lápis, canetas, cadernos, pincéis...
Bauruzão Ilustrado é inspirado (ou "irmão gêmeo", nas palavras de Aline) no Bistecão Ilustrado, encontro paulistano de desenhistas, ilustradores e afins, que acontece na metrópole regado a comes & bebes.
cartaz da primeira edição do projeto, realizado em maio deste ano
Lançado em 1998, o filme do diretor de "Irreversível" já é um clássico muito pessoal do cinema moderno.
Sinopse: A figura central da trama é um ex-açougueiro, saído do curta-metragem "Carne", também do diretor Gaspar Noé. Essa criatura de mente violenta, petrificada, vaga por labirintos obsessivos repletos de recalques, ódio contra estrangeiros e homossexuais, com a sempre onipresente figura da filha que ele ama de uma maneira doentia. De uma atmosfera hermética, onde a loucura crescente da personagem central está sempre aparente, seja nos tons amarelados de fotografia ou na narração em off, o filme mostra a obsessão narrada como um diário absurdo de poesia em fúria.
SOBRE O DIRETOR:
Gaspar Noé (Buenos Aires, 27 de dezembro de 1963) é um cineasta argentino.
Em seus filmes o diretor e roteirista geralmente aborda temas como: sexo, violência, vingança. Começou a ficar conhecido pelo seu curta-metragem "Carne" (1991), que algumas vezes é citado como seu primeiro trabalho, o que não é verdade, sendo na verdade o curta "Tintarella di luna" (1985). Ficou muito conhecido pelo seu recente filme "Irreversível" (2002), que conta com uma cena de estupro de aproximadamente nove minutos, que chocou muitos espectadores, inclusive no festival de Cannes [1], este filme trata especialmente da ligação dos personagens com o tempo, e cada detalhe do filme é impescindível, a percepção do tempo, do prazer, sexualidade, vingança, estupro, combinados com os diálogos fascinantes que são marca do roteirista, causam emoções de toda ordem no espectador. (WIKI)
SOBRE A SALA DE CINEMA CINEXTINÇÃO:
O empório contracultural Extinçãoem parceria com o Enxame Coletivomantém desde maio o projeto “CinExtinção”, sala de cinema experimental e gratuito em Bauru, com capacidade atual de público para 15 pessoas. Este mês são exibidos filmes às quintas-feiras e sábados, confira a programação geral.
Com apoio técnico do Enxame Coletivo e curadoria de Aran Carriel (Extinção), as sessões têm entrada livre e acontecem às 19 horas, no piso superior da Extinção (Rua Cussy Jr., 8-17 – Centro; Fone 3018 1733).
No próximo sábado (20), as bandas Minutos Menores (Assis) e Desalma (Recife) fazem show no Jack Music Pub pela 5ª edição do projeto "Fora do Eixo Ao Extremo" - vertente que trabalha gêneros diferenciados como o metal, trash, heavy, entre outros.
A grande atração da Noite são os recifenses do Desalma, banda que está em turnê pelo interior paulista: são 10 shows em 11 dias. "Sangue no Olho" é o nome da turnê dessa banda que mescla rock experimental, caótico e agressivo ao metal.
Formada em 2007, com uma base sólida erguida sobre diversas vertentes do Metal, a banda Desalma propõe uma atmosfera caótica por meio de uma sonoridade agressiva com pitadas de experimentalismo. Desde a formação o quarteto formado por Felipe Vaz (Voz), Mathias Severien (Guitarra), Igor Capozzoli (Baixo) e Renato Corrêa (Bateria), visou fazer musica pesada e fiel às suas convicções. Com um ano de formação, a banda gravou um single com duas músicas, produziu o clipe da música Fragmentos e gravou duas faixas para a Coletânea Terra Batida. No momento a banda trabalha na composição do disco de estréia. No qual já liberou o mix de três faixas para download. Dissonâncias e contra-tempos também fazem parte do vocabulário da banda Desalma que busca inspiração em influências do passado e no agitado caos do mundo moderno.
Minutos Menores traz toda energia que o hardcocre deve trazer. O som do bom e velho hardcore old school com letras bem sacadas, com letras diretas, passam longe do “pseudo-intelectualismo” de bandas que enfeitam o discurso com palavras bonitas que nada dizem. A banda atualmente está divulgando seu primeiro EP “Agosto”. As músicas fazem referências a With Wonor, Hot Water Music, Death is not Glamorous e Reconcilie. Ideais para fazer qualquer um se perder num belo mosh.